JURADOS DO

CONCURSO CULTURAL

"O FUTURO DO MEIO AMBIENTE

EM NOSSAS MÃOS."

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ADRIANO GAMBARINI

Adriano Gambarini é fotógrafo profissional desde 1992, autor e editor. Vencedor do prêmio Comunique-se 2019, o “Oscar do Jornalismo Brasileiro”, na categoria Profissional de Imagem. Notabilizou-se como um fotógrafo engajado em documentações sistemáticas de longo prazo em projetos conservacionistas e etnográficos. Autor fotográfico de dezesseis livros, assina os textos de Cavernas do Brasil, A Origem do Homem e seus Deuses, Camboja e Velho Chico, o Rio. Cavernas no Brasil e Histórias de um Lobo foram finalistas do Prêmio Jabuti 2012 e 2013, o mais conceituado Prêmio de Literatura no Brasil. Documenta Projetos Conservacionistas e Expedições Científicas de ONGs como World Wild Foundation (WWF), Conservation International (CI), The Nature Conservancy (TNC), Instituto Terra Brasilis, além de Planos de Manejo de Unidades de Conservação em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Centros Técnicos do ICMBio. No campo etnográfico seu trabalho está associado a Planos de Gestão de Terras Indígenas na Amazônia e Mato Grosso coordenadas pela ONG Operação Amazônia Nativa. Trabalhou como fotógrafo still de cinema para documentário na Discovery Channel no Brasil, França e Rússia., realizou coberturas jornalísticas na Tailândia, Camboja, Laos, China e Quirguistão. Colunista do site ambiental OECO, escreve blogs em tempo real durante expedições na Amazônia, Pantanal e Cerrado, permitindo a divulgação direta dos trabalhos e descobertas científicas e antropológicas. Atua no mercado corporativo produzindo fotografias de empresas brasileiras e multinacionais para house organs, campanhas publicitárias e produtos correlacionados.

 

Fotógrafo permanente da National Geographic Brasil, já colaborou para as principais revistas do país e internacionais, além de publicações técnicas e artigos científicos. Possui mais de 370 mil imagens do Brasil, Antártida e 40 países. Tornou-se referência em fotografias de cavernas. Editor de arte e fotografia em livros e exposições, ministra workshops e encontros fotográficos em viagens pelo Brasil e exterior. Três vezes palestrante do TEDx, é frequentemente convidado a ministrar palestras sobre fotografia como forma de comunicação e interpretação das relações humanas com o ambiente. Em 2019, tornou-se o terceiro fotógrafo a participar do projeto cultural Gol Mostra Brasil com a exposição “Fauna Brasileira”, exposição realizada em todas as aeronaves da Cia Aérea Gol.

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ÉRICO

HILLER

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JOÃO

FARKAS

Érico Hiller nasceu em Belo Horizonte (MG), e adotou São Paulo como cidade para residir. Seu interesse pela arte e pela fotografia despertou desde muito cedo, mas foi durante a Faculdade de Comunicação Social (ESPM) que realmente houve uma conexão com a fotografia de maneira mais intensa e definitiva. A vocação naturalmente se converteu em trajetória profissional. Desde então, Érico mantém um escritório de produção de projetos documentais. Em 2008, realizou um longo ensaio fotográfico sobre as tensões sociais em grandes cidades da Argentina, Brasil, China, Índia, México e Rússia. Entre 2011 e 2012 esteve no Ártico, na Tanzânia, na Etiópia, nas Maldivas e na Mata Atlântica retratando regiões ameaçadas do planeta. Essas expedições pelo mundo resultaram na publicação de três livros: Emergentes (2008), Ameaçados (2012) e A Jornada do Rinoceronte (2016). Érico já exibiu suas fotos em exposições individuais a um grande público em locais como Museu do Amanhã, Museu da Casa Brasileira, Casa Bandeirista e Leica Gallery. No Brasil, suas fotos já foram veiculadas nas revistas National Geographic, Marie Claire e Rolling Stone, entre outras publicações. Atualmente Érico Hiller presta serviços para empresas, ONGs e ministra cursos e palestras. Em A Marcha do Sal (2018) Érico caminhou o trajeto que Mahatma Gandhi percorreu na Índia em 1930 de Ahmedabad até a praia de Dandi. Pelos últimos anos, Hiller se dedicou a fotografar histórias de pessoas que vivem sem acesso seguro a  água e ao saneamento básico para compor o livro Água (2020).

João Farkas nasceu (1955) e vive em São Paulo. Cursou em Nova York ICP (International Center of Photography) e a School of Visual Arts em 1980-81 E foi correspondente fotográfico para revistas Veja e Isto É. Foi Editor de Fotografia da Revista Isto É entre 1981 e 1985. Participou de mais de 40 exposições individuais e coletivas nos principais museus brasileiros e em galerias assim como no exterior. Seu trabalho faz parte dos acervos do MASP, MAM-SP, MAM-BA, Museu de Arte do Rio, Maison Europeénne de Photographie, Internationa Center of Photography, Tulane University, MAR, Instituto Fiqgueiredo Ferraz, etc. Além de grandes coleções privadas.

 

Tem 5 livros de Fotografia publicados: Amazônia Ocupada, Trancoso, Nativos e Biribandos, Caretas de Maragojipe e Pantanal (em impressão neste momento).

 

Seu trabalho-documento "Retratos da Ocupação da Amazônia" recebeu o Prêmio Vitae e o Prêmio Aberje em 1988.

 

Foi diretor e co-diretor dos filmes documentários: "Olhar a Amazônia" e "O Homem que Salvou o Mundo" e São Paulo, Cidade Segregada. Farkas é representado pelas galerias Paulo Darzé, Marcelo Guarnieri e Galeria Zielinsky em Barcelona.

Seu trabalho sobre o Carnaval é a inspiração central do Museu Casa do Carnaval em Salvador-Bahia.

Seu trabalho, Trancoso deu origem a um memorial da vila de Trancoso no litoral baiano.

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João Marcos Rosa iniciou sua carreira como fotógrafo profissional em 1998, documentando a cultura e vida selvagem brasileira. Graduado em jornalismo, se especializou em documentar histórias ligadas à biodiversidade e à conservação.


Desde 2004 trabalha para a National Geographic Brasil para quem produziu mais de 20 reportagens. Seus trabalhos também são publicados em outras revistas como GEO, BBC Wildlife, Terra Mater dentre outras. É autor dos livros Harpia (2010), Jardins da Arara de Lear (2017) e Diário de um Outono particular (2020).  Recebeu diversos prêmios como o World Bird Photo Contest, Itaú/BBA, New Holland Fotojornalismo e Avistar. Suas fotografias ilustram campanhas de conservação para Greenpeace, WWF, UNESCO e ICMBio. Em 2012 levou para a Fotogalería a Céu Aberto em Montevidéu a exposição Territórios e Encontros com imagens de seus documentários sobre a fauna brasileira. Em 2016 levu para o Horniman Museum em Londres a exposição Fauna Brazil. Participou também de diversas exposições coletivas  como Itatiaia 70 anos (SESC Pompéia/SP, 2007), Habitat (II Festival Foto em Pauta Tiradentes, 2012), National Geographic Brasil (Shopping Iguatemi, 2013), Natureza do Fotógrafo (Festival Indaiatuba Sustentável, 2014) e Weltbilder (Terra Mater, Salzburg, 2014). É um dos fundadores da Nitro Imagens.

JOÃO MARCOS

ROSA